Obrigatório PENSAR

Obrigatório PENSAR

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O IgNobel da Mobilidade em Alcochete

Em Setembro do ano passado, para orgulho do Município de Alcochete, a Associação Portuguesa de Planeadores do Território (APPLA) distinguiu este com a Bandeira de Ouro da Mobilidade, atendendo ao conjunto de trabalhos que segundo informação da CM eliminaram 70% dos obstáculos arquitectónicos, tornando o espaço público mais acessível a todos os cidadãos e privilegiando a circulação pedonal.

Todavia para o munícipe que se desloca diariamente a pé ou de bicicleta no concelho, bem como para o tão esperado turista que nos visita, nada disto é realmente perceptível! Será porque nunca aconteceu verdadeiramente com a dimensão anunciada e a Bandeira de Ouro recebida é igual ao Nobel do Obama? Ou seja, ainda não se fez nada mas “peguem” lá um prémio pois acreditamos que em seu tempo algo será feito! 

Infelizmente para o Município a mobilidade urbana orientada ao cidadão como elemento primário à sociedade e não ao automóvel como se tem vindo a verificar ao longo das últimas décadas, é uma área de grande visibilidade pública que pela sua utilização directa é obviamente difícil de esconder a “obra-não-feita”. Sobretudo quando ambas as instituições responsáveis pela concretização de um verdadeiro modelo de mobilidade urbana, relativamente à construção, sinalização e fiscalização dos espaços destinados aos peões, se mostram tão desinteressadas como não cumpridoras das suas obrigações para com o cidadão, como é o caso do Município local e da Guarda Nacional Republicana de Alcochete.

Afinal pagamos impostos para viver neste concelho mas a utilização do meio de locomoção mais primário, saudável e gratuito que conhecemos, nomeadamente as nossas pernas, é certamente limitada quer em segurança dado o risco de sermos atropelados ao sermos frequentemente convidados a caminhar na faixa de rodagem pela falta ou obstrução dos passeios, como o de esbarrarmos contra uns postes, contentores ou automóveis estacionados, bem como na possibilidade de levarmos uma lembrança para casa como os demais dejectos caninos encontrados em quase todos os espaços pedonais. Isto para quem caminha sem limitações físicas, pois quem infelizmente não o pode fazer como resultado de uma condição de mobilidade reduzida, como os mais idosos, deficientes, e bebés nos seus respectivos carrinhos, é vergonhoso e insultuoso o actual modelo em vigor no concelho.

Modelo este onde é sistemático o estacionamento ilegal de automóveis em cima dos passeios, embora o Código da Estrada no artigo 49º defina que é proibido parar ou estacionar nos locais destinados ao trânsito de peões sem excepções incorrendo à respectiva coima. E refira-se sem excepções pois estacionar em cima do passeio obstruindo o mesmo à passagem das pessoas, porque se quer o automóvel em frente à porta de casa por comodismo, à entrada do restaurante ou sobretudo para que este não fique ao sol, não só não está contemplado na lei como excepção como é um acto ilegal, abusivo e desrespeitador pelo próximo.

Pois facilmente se verifica num formato diário e sistemático que os passeios do concelho com maior incidência na vila de Alcochete estão obstruídos por automóveis, quer pelo facto do Município nada ter feito até à data para resolver o grave problema da falta de lugares de estacionamento, seja pela aposta em novos espaços como pela atribuição e marcação horizontal dos lugares existentes, quer pelo facto da Guarda Nacional Republicana local não cumprir de forma proactiva com a sua obrigação estabelecida na lei, dando lugar a um sentimento de impunidade a que os portugueses neste país já há muito se habituaram. NÃO COMPENSA SER CUMPRIDOR!

Até porque frequentemente também são as viaturas da autarquia que estacionam de forma ilegal em cima das vias destinadas aos peões, muito especialmente à hora do almoço, ou quando se deslocam para as Reuniões da Assembleia como se verificou no passado 27 de Abril onde a viatura ficou a obstruir a passagem de peões com as duas rodas em cima do passeio num completo desrespeito pela lei e pelo cidadão! Não podemos pois com certeza esperar maior modernidade, civismo e garantia da liberdade pelo cumprimento da lei quando os responsáveis máximos não só não dão o exemplo como sobretudo não querem perceber que a mobilidade urbana começa nas pessoas e não nos automóveis. Será que a Bandeira de Ouro da Mobilidade foi atribuída unicamente pelo rebaixamento de passeios que actualmente servem especialmente como rampas de acesso ao estacionamento ilegal, para que os automóveis não se danifiquem quando sobem os mesmos?

Pois se afinal...

- Alcochete não tem ainda um metro que seja de ciclovias para que a tão esperada e saudável forma de mobilidade que é a bicicleta possa ser utilizada por todos de forma segura; Não garante a segurança dos peões que se deslocam a pé todos os dias entre Alcochete e São Francisco pela N119 quando a proximidade entre freguesias é tão curta e que pela simples falta do necessário espaço pedonal aliado ao excesso de velocidade automóvel que ali se pratica é perigosíssimo sobretudo para as crianças; O tão frequentado Fórum Cultural de Alcochete ainda obriga os seus visitantes a circularem a pé pela faixa de rodagem automóvel dada a inexistência de passeios como acesso ao mesmo correndo sérios riscos de atropelamento sobretudo à noite; Os ecopontos por decisão da empresa AmarSul estão em cima dos passeios obstruindo estes ao invés de utilizarem a berma da estrada para o efeito; Não existem acessos pedonais que liguem Alcochete ao Freeport tantos para que os visitantes venham ao centro da vila como para quem se desloque desta para lá trabalhar ou visitar; As ruas e praças sobretudo no núcleo histórico de Alcochete tais como o Largo António dos Santos Jorge embora requalificado continuam a permitir um misto de peões e automóveis onde ninguém sabe ao certo onde fica quem e acresce o risco de atropelamento de crianças que por ali brincam; O estacionamento abusivo e ilegal em cima dos passeios é demasiado frequente e a GNR mostra-se desinteressada e sistematicamente “fecha os olhos”; A passadeira destinada à travessia dos peões na Av. D. Manuel I (frente à estátua do Rei D. Manuel I) tem cerca de 30 cm de altura no seu acesso originando frequentemente quedas de idosos e não existem rampas rodoviárias para redução de velocidade nesta longa avenida; Não existem parques de estacionamento municipais com dimensão, gratuitos e visivelmente identificados com uma esperada localização estratégica para redução do excesso de automóveis no centro da vila e tornar esta mais segura e amiga do peão e do turista; Os dejectos animais são frequentes nas ruas do concelho; O Município de forma geral contínua sem obra feita na garantia da mobilidade dos peões e despreocupado para com o estacionamento automóvel organizado e disponível; Não se aposta em campanhas pedagógicas para que o condutor irresponsável perceba que a lei é para todos e o respeito pelo próximo é um acto de cidadania obrigatório; etc.

Perguntamos então com que critério a Bandeira de Ouro da Mobilidade foi atribuída? E será que por entre as 160.000 páginas bimensais do jornal municipal InAlcochete suportado financeiramente pelo contribuinte, a autarquia “não arranjaria para lá espaço” para uma mensagem periódica de sensibilização junto dos condutores para com o respeito legal pelos peões, sobretudo dos idosos, das crianças e dos deficientes? E a GNR esqueceu-se esta das suas obrigações ou terá receio de incomodar algum conhecido? Pois não sendo apologistas da coima, entendemos que o papel pedagógico é talvez o mais eficiente... Mas para aqueles que abusam e prevaricam de forma diária e sobretudo voluntária, a coima é com certeza o melhor incentivo ao cumprimento da lei.

Ainda recentemente a Sra. Presidente da Assembleia de Freguesia de Alcochete demonstrou um elevado conhecimento ao proferir um alongado discurso público no sentido que Alcochete ao contrário de outros países europeus continua a produzir demasiado lixo de forma irresponsável pelos infelizes hábitos que são pertença dos portugueses desde sempre, no sentido que as nossas ruas e passeios destinadas aos peões, estão sujas e pouco dignas para com o esperado turismo que Alcochete anseia. Só lamentamos que tal discurso não seja utilizado pelo Município internamente em benefício do concelho, bem como tão vasto conhecimento na mão da CDU para com o que se “gasta lá fora” não tenha chegado à área da mobilidade, dado que por cá ainda nada foi feito para melhorar as condições gerais nesta área, quando nos outros países europeus tal já foi superado há várias décadas...

Caminhar é pois um direito primário de mobilidade urbana, e quando as infra-estruturas para tal existem, as pessoas tendem inclusive a reduzir a utilização do automóvel para passarem a adoptar melhores e mais saudáveis hábitos de vida, como se tem verificado em outras regiões do nosso país, com a presença de ciclovias, e muito passeio livre para caminhar como parte de um moderno “circuito de manutenção” ou como alguns dizem: fazer uma caminhada antes do jantar. Felizmente ainda que pelo meio da estrada já se vêem muitos habitantes locais com tão bons hábitos...

O CDS/PP apela desta forma ao Município local que sejam feitos mais e melhores esforços para a concretização de uma política de mobilidade séria e respeitadora, quer pela atribuição de novos espaços pedonais em falta ou a recuperar, como pela construção de ciclovias, remoção de obstáculos, e a ligação entre freguesias e/ou áreas deslocadas do centro. Por outro lado é vital a concepção de um modelo de estacionamento eficiente pelo uso de sinalética e novos locais disponíveis ao condutor, para evitar o estacionamento selvagem resultante da falta deste e sentida há várias décadas, em sintonia com uma actuação profissional das forças de segurança na esperada fiscalização.

Alcochete merece mais, quem cá vive merece melhor, e quem nos visita agradece um espaço mais ordenado e acessível capaz de proporcionar um turismo de qualidade e até uma vida mais saudável.

Pois de outra forma diríamos que o Município de Alcochete deve esquecer a sua Bandeira de Ouro da Mobilidade e este ano inscrever-se na Semana Europeia da Mobilidade para perceber o que tem de ser feito para se ganhar tão aclamado e verdadeiro prémio, e até aproveitarem para mudarem de ares dado que a cerimónia de entrega dos prémios será em Bruxelas, pois lá com certeza verificarão que os passeios são mesmo para as pessoas, o automóvel é secundário, e a lei é para cumprir... Pois esta Bandeira de Ouro da Mobilidade atribuída ao Município infelizmente só pode mesmo ser comparada aos famosos prémios IgNobel criados pela revista de humor científico Annals of Improbable Research e entregues em Harvard para honrar estudos e experiências que primeiro fazem as pessoas rir, e depois pensar.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O QUE É NACIONAL É BOM! - Compre o que é Nacional

Clique em Noticias Compre o que é Nosso

MUDE DE ATITUDE

É necessário apoiar a produção nacional, é fundamental! Compre produtos portugueses.

Os portugueses vivem hoje, num clima de crise, desde o desemprego à nossa fraca economia é certo que quem mais somos nós, mas o que certamente muitas vezes não nos passa pela cabeça é que podemos ter uma certa culpa nesta grande situação. Muitas das vezes, quando vamos às compras, tentamos ir à procura do produto mais barato, mas o que agora é barato pode vir a curto prazo tornar-se muito caro para todos nós. Desde a mais pequena especiaria ao peixe que comemos, que o nosso mercado está lotado por produtos fabricados no estrangeiro, tendo normalmente esses países uma economia mais forte que a nossa, conseguem vender os seus produtos a um preço menos elevado, desta forma somos levados, a comprar esses produtos, mas quando o fazemos estamos a contribuir para um maior crescimento externo desses produtos e sem dúvida a tirar postos de emprego no nosso país. Quando não compramos produtos nacionais e compramos produtos internacionais, as nossas produtoras são obrigadas a levantar o preço dos seus produtos, ora se os produtos concorrentes já era mais baratos isto faz com que o nossos sejam ainda mais caros, sendo mais caros ninguém os compra e toda esta situação leva posteriormente ao encerramento de várias industrias e consequentemente ao desemprego.

Produtos portugueses? E Como é que eu sei quais eles são? É simples, bastante simples, no entanto existem dois pontos a distinguir, existem marcas portuguesas e produtos portugueses. Marcas portuguesas como o nome indica são marcas de carácter nacional, com origem e produção no nosso pais (exemplo: Vitalis, Mimosa, Delta), produtos portugueses são produtos fabricados em Portugal por marcas nacionais, multinacionais ou até mesmo internacionais, mas são produtos feitos com mão de obra nacional, que contribuem superiormente para o nossa economia e para o emprego no nosso país.

E na hora de escolher como é que devo agir? Que atitude? Bem na hora de escolher é bastante fácil tomar boa uma atitude correcta, procure no produto, o código de barras e verifique se ele começa por 560.
Todos os produtos portugueses começam por 560 no código de barras, posteriormente poderá ter em conta se a marca é nacional ou não e claro a qualidade e preço do produto. Seguem-se abaixo dois exemplos modelo dos códigos de barras:

Divulgue, mude os seus hábitos, ajude, tome uma atitude! Fale com os seus amigos acerca deste assunto, divulgue o Movimento 560 no seu site através dos painéis de divulgação laterais (banners), mande uma msg, mas acima de tudo, mude de atitude, todos nós agradecemos, um pequeno gesto, uma grande atitude…….

 NOTA: Os códigos 690 a 695 são... chineses.


PROJECTO "COMPRO O QUE É NOSSO"

No sentido de divulgar e valorizar as marcas portuguesas, bem como contribuir para o aumento da produtividade das empresas portuguesas foi criado o projecto "COMPRO o que é nosso", pela Associação Empresarial de Portugal.

Reconhecendo o mérito desta iniciativa, o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas associou-se à mesma, criando um apoio financeiro destinado a incentivar as empresa do sector agro-alimentar a aderir ao projecto, assumindo a quota da primeira adesão.

Assim, foi publicado o Despacho nº. 424/2011, de 7 de Janeiro, que institui um apoio financeiro que tem como finalidade custear a quota da primeira adesão ao projecto "COMPRO o que é nosso" da Associação Empresarial de Portugal, às empresas do sector agro-alimentar que produzam bens alimentares destinados ao consumo humano.

A formalização da candidatura a este apoio terá de ser efectuada entre 1 de Março e 30 de Abril de 2011, através do formulário Pedido de Apoio Financeiro [Mod.IFAP 0627.01.EL].

Junto links sobre o apoio a que as empresas portuguesas podem concorrer para custear despesas de associativismo e outras:


Porque passaram 37 anos desde o 25 de Abril! e como referiu Fernando Pessoa:

"Uma nação que habitualmente pense mal de si mesma acabará por merecer o conceito de si que anteformou. Envenena-se mentalmente.
O primeiro passo para uma regeneração, económica ou outra, de Portugal é criarmos um estado de espírito de confiança - mais, de certeza, nessa regeneração."

terça-feira, 26 de abril de 2011

Política - O líder do CDS quer eleger o segundo deputado por Setúbal - RTP Noticias, Vídeo

Política - O líder do CDS quer eleger o segundo deputado por Setúbal - RTP Noticias, Vídeo

Inauguração da Sede o CDS-PP Alcochete





No dia 25 de Abril de 2011 realizou-se a inauguração da sede do CDS-PP/Alcochete, comparecendo o Dr. Paulo Portas, Presidente do Partido, o Dr. Nuno Magalhães, líder da Distrital de Setúbal e largas dezenas de pessoas entre militantes e convidadas.
Começou por usar da palavra o Presidente da Comissão Política do CDS-PP/Alcochete, que pautou o seu discurso pelos agradecimentos, pela explicação por que aderiu ao CDS-PP e pela afirmação da equipa do CDS-PP/Alcochete como um grupo de trabalho responsável, competente e preparado para os desafios que se apresentam ao Partido no plano nacional e local.


Logo a seguir falou Nuno Magalhães que não se poupou a tecer rasgados elogios à equipa da Concelhia do CDS-PP/Alcochete.


Finalmente, Paulo Portas, referindo-se à sede, disse que esta deveria ser um espaço aberto a todos de forma a catapultar o CDS-PP para a verdadeira alternativa depois que as pessoas manifestam claramente cansaço no voto dado aos partidos PS e PSD. O Presidente do Partido demorou-se ainda a falar de alguns dos temas que lhe são caros, nomeadamente agricultura e segurança.
Apesar de o PS e o PCP terem sido convidados, apenas o PSD se fez representar através do presidente da sua concelhia . 

Paulo Portas, defendeu que os partidos devem "baixar as bandeiras partidárias" e que a negociação visando obter ajuda financeira externa tem que ser feita "com base no interesse nacional".
"Quando o Estado português ameaça insolvência e tem que andar a bater à porta da ajuda externa, essa negociação tem que ser feita com base no interesse nacional e os partidos têm que baixar as bandeiras partidárias nessa matéria porque a situação do país é muito difícil", afirmou.


Referindo-se à cerimónia comemorativa do 25 de Abril de 1974, no Palácio de Belém, Paulo Portas considerou que o gesto do Presidente da República de juntar os antigos chefes de Estado foi "um sinal de unidade".
"O país está de tal forma numa situação difícil e dramática que esse sinal de que acima das diferenças está Portugal e que nós só podemos sair juntos dessa situação difícil que estamos a viver, creio que foi essa a mensagem que o Presidente da República quis passar", considerou.


Portas reiterou que "é importante que o próximo Governo seja forte e tenha apoio pluripartidário" e que o país faça "com o respectivo consenso político as reformas estruturais que tem que fazer" para que não volte a acontecer "a situação de protectorado em que o país caiu".

Paulo Portas: Partidos devem baixar "bandeiras partidárias" e pensar no interesse nacional 

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Questão da Bancada do CDS-PP á ministra Helena André

No resultado da visita efectuada pelo deputado Nuno Magalhães e Teresa Caeiro á Santa Casa da Misericórdia de Alcochete, foi identificado o incumprimento do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social relativa a uma verba de um protocolo assinado pela mão do então Ministro Vieira da Silva.

A verba referida ainda não chegou, apesar de repetida insistência por parte da Santa Casa da Misericórdia de Alcochete desde Agosto, altura que a estrutura nova ficou pronta, aguardando apenas a verba para proceder á instalação dos equipamentos.

Nesse sentido, foi prontamente colocada uma questão por escrito á ministra Helena André relativamente á questão em causa:


Questão Parlamentar

A concelhia do CDS-PP de Alcochete junta-se ao esforço, no sentido de possibilitar a ultimação de uma estrutura vital ao concelho.


Resposta do Gabinete da Ministra


Os valores e opções fundamentais para constituir a concelhia do CDS-PP em Alcochete. 
A nossa visão e ambição.
A cidadania democrática envolve uma dupla dimensão representativa e participativa, exigindo mais responsabilidades ao cidadão.
O aprofundamento da cidadania está cada vez mais ligado à intervenção em problemas como: o ambiente, o urbanismo, o emprego e o desemprego, a qualidade de vida, a exclusão social, a transparência na administração e, naturalmente, a utilização das tecnologias de informação e comunicação.

O grupo de pessoas que pretende levar a cabo a reactivação da concelhia de Alcochete, afirma a sua adesão a um conjunto de valores e opções fundamentais, cuja consagração e respeito considera indispensáveis para a construção e consolidação de uma sociedade mais justa e mais livre.
Esses valores, que traduzem simultaneamente a sua visão da liberdade humana, da sociedade, da actividade política e do Estado.

Pretendemos o pluralismo das ideias, cuja garantia de livre expressão constitui pressuposto indispensável ao gozo dos direitos e liberdades fundamentais de todo os militantes.

Temos como objectivo garantir a participação por igual de todos os militantes, de modo a incrementar na sociedade civil de Alcochete os valores ligados á Democracia Cristã, que têm estados ausentes no concelho.

Pretendemos colaborar na edificação de uma sociedade mais livre, justa e humana, associadas à superação das desigualdades de oportunidades e dos desequilíbrios crivados no concelho devido á herança negativa das forças que têm tido em mãos os desígnios do concelho.
Valorizamos o liberalismo político e a livre iniciativa caracterizadora de uma economia aberta de mercado como forma de impulsionar a débil economia do concelho.

Possuímos valores e princípios claros, permeável à criatividade e à imaginação, abertos à inovação e à mudança.
Apostamos no reconhecimento do mérito e na capacidade de afirmação pessoal e social, cada vez mais necessários numa sociedade onde cresce o espaço para a realização das capacidades individuais, e onde importa distinguir os talentos pessoais que são contributos para o progresso do concelho.

Por isso propomo-nos lutar pela recuperação intensiva dos atrasos de que o concelho de Alcochete tem sido vetado, designadamente através de uma política pouco exigente no que diz respeito á educação, saúde, agricultura e sobretudo ao não desenvolvimento de um valor seguro do concelho, o turismo.
A falta de estímulo em todas as áreas, é o denominador comum de todas as forças políticas que têm tido assento no município.

Nesse sentido, gostaríamos de poder contar com a presença de todos que partilhem destes principios para honrar a cerimonia.
Obrigado

Comissão Política do CDS-PP/Alcochete

Nuno Magalhães presente na Corrida das Dinastias em Alcochete

No dia 17 de Abril de 2011 teve lugar em Alcochete a Corrida das Dinastias com a participação dos grupos de Forcados de Montemor e Alcochete e dos cavaleiros António Brito Paes, Manuel Lupi, João Caetano, João Telles Jr., Tomás Pinto e João Salgueiro da Costa.




Por parte do grupo de Montemor, as pegas estiveram a cargo de João Romão Tavares, João Pedro Tavares e João Caldeira; por parte do grupo de Alcochete emergiram Nuno Santana, Daniel Silva e João Pedro Sousa.




A par da actuação dos forcados que empolgou os espectadores, esteve a dos cavaleiros, com especial carinho para Manuel Lupi que lidava em casa.




Uma das presenças notáveis foi a do deputado do CDS-PP na Assembleia da República pelo Distrito de Setúbal, Dr. Nuno de Magalhães, muito bem recebido pelo Grupo dos Forcados Amadores de Alcochete através do respectivo Cabo, Vasco Pinto, jovem muito educado, inteligente, humilde e de grande maturidade, e pelo Fundador do referido Grupo e divulgador incansável da Festa Brava, Sr. José Barrinha da Cruz.




Os mesmos agradeceram o facto do CDS-PP estar desde sempre na linha da frente na defesa desta arte que tão intrinsecamente esta ligada á historia de Portugal e de Alcochete, pois é o único a assumi-lo.
O partido não regateia esforços nesta defesa contra os movimentos da esquerda :


Maioria dos portugueses defende que touradas favorecem imagem do país no exterior


Bloco de Esquerda ofende aficionados com Projecto de Lei


De facto, o forcado dá-nos a lição de que existem valores que importam mais que a própria vida e pelos quais se deve morrer.

Já passava da meia noite quando Nuno de Magalhães, visivelmente impressionado e grato, partiu para Lisboa, depois de acompanhar toda a vivência dos Forcados Amadores de Alcochete desde as 14h30 a partir do Hotel Alfoz.



A Fábula sobre o Estado e os Municípios

'Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava a sério no trabalho.

A formiga era produtiva e feliz.
O gerente besouro estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.

Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.
E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.

A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.
Pouco depois, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefónicas.

O besouro ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões.
A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida.
Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a lamentar-se de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!

O besouro concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar uma carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial..

A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente, a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e o controlo do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava e cada vez ia ficando mais aborrecida.

A cigarra, então, convenceu o gerente besouro, que era preciso fazer um estudo do clima.

Mas, o besouro, ao rever as contas, deu-se conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes, que concluía: Há muita gente nesta empresa!!

E adivinhe quem o besouro mandou demitir?

A formiga, claro, porque andava muito desmotivada e aborrecida.

Já viu este filme antes? 

Bom trabalho a todas as formigas!!!

MANIFESTO EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO

Um manifesto-petição contra o Acordo Ortográfico encontra-se disponibilizado, por iniciativa de 19 personalidades da cultura, política e economia.
Um dos seus promotores é Vasco Graça Moura.
De acordo com o mesmo comunicado, o manifesto “pretende contribuir com um poderoso movimento de reflexão, apoiado pela opinião pública, sobre os defeitos do Acordo Ortográfico e a necessidade de o bloquear”.
Deste modo, os promotores consideram necessária a discussão deste documento, dirigido aos Presidentes da República, à Assembleia da República e ao primeiro-ministro, aos quais será “oportunamente entregue”.



domingo, 17 de abril de 2011

Balanço do trabalho parlamentar desenvolvido pelo Grupo Parlamentar do CDS na última legislatura

Caro(a) amigo(a),

Chegou ao fim mais uma legislatura e o CDS pode orgulhar-se do trabalho desenvolvido pelo seu Grupo Parlamentar.

Objectivamente, o CDS tem um Grupo Parlamentar muito competitivo e produtivo. Com apenas 10,5% dos votos o CDS é responsável por 34% das iniciativas legislativas e 44% da fiscalização do governo e da administração.

Assim, e para melhor avaliar o excelente trabalho dos nossos deputados, junto envio um balanço do trabalho parlamentar da última legislatura.

Esta é uma avaliação quantitativa, que revela a tenacidade de uma equipa e uma cultura de esforço.
Na próxima semana vou enviar-vos uma avaliação qualitativa - evidenciando os temas onde o CDS teve razão ou aprovação -, que é igualmente importante.

Com estima,
José Lino Ramos

Secretário-geral

XI_Legislatura